segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Branco..o teto

O branco ecológico: tetos “frios” em lugares quentes ajudam a economizar energia
uma cobertura branca plastificada que, segundo especialistas, não apenas poupa energia como também ajuda a resfriar o planeta.Contando com o princípio básico de que os objetos brancos absorvem menos calor que os escuros, proprietários de casas como Waldrep estão na vanguarda de um movimento que adota os “telhados frios” como uma arma acessível contra a mudança climática. Os tetos brancos reduzem o gasto com ar-condicionado em 20% ou mais no clima quente. O menor consumo de energia também significa menos emissões de dióxido de carbono (CO2), que contribuem para o aquecimento global. Mas o fervor dos defensores dos tetos frios provocou uma certa reação. Alguns arquitetos e especialistas em coberturas afirmam que eles não levam em conta as diferenças climáticas ou as complexidades da construção de telhados. Em climas mais frios, segundo eles, os tetos reflexivos podem representar contas de aquecimentos mais altas.Cientistas admitem que os custos extras de calefação podem superar a economia em ar-condicionado nos climas mais frios. Diferentemente de soluções de alta tecnologia para reduzir o consumo de energia, como diodos emissores de luz, os telhados brancos têm uma história longa e humilde. As casas em lugares quentes são pintadas de branco há séculos.

Toques sutis

A emoção em um toque
Pesquisadores encontraram indícios de que um toque pode valer mil palavras e que o contato físico fugaz é capaz de exprimir emoções específicas —de maneira silenciosa, sutil e inconfundível.Cientistas liderados por Matthew J. Hertenstein, professor de psicologia na Universidade DePauw, em Indiana (EUA), recrutaram 240 estudantes para tocar ou serem tocados por um parceiro desconhecido, na tentativa de transmitir uma emoção específica: ira, medo, felicidade, tristeza, repulsa, amor, gratidão ou empatia.A pessoa tocada estava vendada e desconhecia o sexo de quem a tocava. Esta era instruída a tentar transmitir 1 das 8 emoções, e os dois participantes se mantinham em silêncio. Quarenta e quatro mulheres e 31 homens tocaram uma parceira, enquanto 25 homens e 24 mulheres tocaram um parceiro. Em seguida, cada pessoa tocada recebeu uma lista com as emoções e foi instruída a identificar a transmitida.A apreensão correta das emoções que se buscou transmitir variou de 50% a 78% —índice muito superior aos 11% previstos por acaso e comparável aos índices verificados em estudos de emoções verbais e faciais.A maioria dos participantes escolheu determinados tipos de toque para transmitir emoções específicas. Em vários casos, as pessoas expressaram medo segurando e apertando a outra pessoa, sem movê-la. Para transmitir empatia era preciso segurar, esfregar e dar tapinhas.Homens e mulheres se mostraram igualmente hábeis em interpretar os toques, mas empregaram ações diferentes para transmitir emoções. Os homens raramente tocaram os rostos das outras pessoas. Quando o fizeram, foi apenas para expressar raiva ou repulsa em relação a mulheres e empatia com outros homens. As mulheres, por outro lado, tocavam os rostos das outras pessoas com frequência para exprimir raiva, tristeza e repulsa para pessoas de ambos os sexos e para transmitir medo e felicidade aos homens.As razões evolutivas desse sistema de comunicação são desconhecidas, mas os autores do estudo sugerem que ele pode ter as mesmas origens que os rituais de toques sociais de outros primatas.“A maioria dos toques durou apenas cinco segundos. Mas, nesses momentos fugazes, somos capazes de transmitir emoções distintas, do mesmo modo como podemos fazer com nossos rostos. Trata-se de um sistema sofisticado de sinalização que desconhecíamos até agora”, declarou Hertenstein.

Ensinamentos budistas pregam compaixão

Deixar o ódio para trás..O recente turbilhão de emoções desencadeado pela libertação pela Escócia do condenado pelo atentado de Lockerbie lançou luz sobre um problema psicológico comum: como superar a tristeza e a raiva?As perdas são inevitáveis na vida. Mas, quando a plataforma em que acontecem é muito grande —um ataque terrorista como o de 11 de Setembro, uma traição financeira como a de Bernie Madoff, o colapso da justiça social, como no Iraque, ou simplesmente um divórcio litigioso—, a ira e o ressentimento que sobram podem ser mais nocivos que o próprio fato.Existe alguma maneira de nos recuperarmos de traumas extremos, de forma a deixar a dor para trás e reiniciar nossas vidas? Muitas das histórias que reuni no livro “Buddhist Acts of Compassion” (Atos de compaixão budistas) apontam para uma mudança de perspectiva que pode transformar a maneira como lidamos com questões como essas.Existe no budismo um slogan que faz referência direta a esses momentos: “Assim como eu”. Assim como eu, outros sofrem. Assim como eu, outros desejam os fundamentos da felicidade.É claro que é dolorosamente difícil para uma mãe enlutada enxergar qualquer semelhança entre ela mesma e o assassino de seu filho. Mas o dalai-lama exilado, ele próprio vítima de perseguição, não fez tais distinções durante sua primeira visita a Auschwitz.Sem palavras diante das pilhas de sapatos gastos deixados pelas vítimas do campo de extermínio, escreveu: “Parei e orei —profundamente comovido tanto pelas vítimas quanto pelos responsáveis por essa calamidade... E, ciente de que, assim como todos nós possuímos a capacidade de agir com altruísmo, movidos pela preocupação com o bem-estar dos outros, todos nós possuímos o potencial de sermos assassinos e torturadores, jurei fazer tudo o que eu pudesse para assegurar que nada como isso jamais se repita”.Aproximar-se de um sentimento como esse, próprio de um santo, pode parecer fora de nosso alcance, mas os ensinamentos do budismo discordam. Quando abrimos mão de nosso senso pessoal do eu —aquele que afirma “eu estou certo, você está errado”—, o que surge naturalmente no lugar é um coração aberto que não exclui ninguém, nem mesmo aquele que nos persegue. Os budistas dizem que esse coração é que é nossa verdadeira natureza, e não aquele que segrega ou busca a vingança.Para alcançar esse estado de espírito, pode-se começar pelo pequeno. Uma oração para principiantes no budismo nos encoraja a desejar a felicidade a todos os seres, não apenas àqueles de quem gostamos. Se isso parece impossível, comece simplesmente estendendo sua boa vontade a você mesmo. Um canto budista secular diz: “Que eu seja feliz. Que eu tenha paz. Que eu fique livre de sofrimento”. Com o tempo, você estende esse desejo às pessoas que ama e, finalmente, às que lhe são insuportáveis. Imagine rivais seculares fazendo isso e rompendo o ciclo de vingança.
Ensinamentos budistas pregam compaixão
Quando o sofrimento parece insuportável, o budismo sugere que você dedique sua dor, para que todos os que estiverem sofrendo da mesma maneira possam encontrar alívio. É uma forma de meditação que tem ajudado um amigo meu a enfrentar a Aids. E pode ajudar vítimas do terrorismo a encontrarem um vínculo comum, que é a cura.Se você estiver pensando que essa abordagem não passa de um jogo mental, repense. São essas mesmas práticas que vêm ajudando monges e monjas budistas tibetanos a suportar anos de tortura.Como disse certa vez o lama Zopa Rinpoche, mestre de meditação tibetana: “Enquanto você não mudar sua mente, sempre haverá um inimigo para lhe fazer mal”.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

desafios

Poxa, resolveu fazer calor....aqui tb.. mas nada que o pessoal do sul do país (RS, SC) não esteja acostumado, mas...vamos a luta...Eu tranquilo...relaxando...com todo este calor...pensando na vida..ouvindo Carly Simon..
Vc sabia..Toda escrita mais profunda é uma confissão, uma percepção, são modos, às vezes mais..ou menos...profundos, às vezes apenas modos ou sem modos.... sempre um modo de dizer, que ao dizer somos e fomos.......oque queremos...Se abrimos..a confissão para a alguém..e ao mundo, pois inconcientemente..ou conscientemente...assentamos ou estamos sob ou sobre o pensamento de outros(no caso vc), mas também uma forma de criar caminhos para as pessoas olharem o teu universo..ou nosso de outros ângulos.. Há um certo desejo pelo desbravar....pelo desconhecido...pelo profundo..pela alma de outrem..sempre nas pessoas... por que é verdade! o saber não é algo que só se estuda e se adquire.. o saber é um des-cobrir, um despertar... tenho a sensação de que todos nós temos a chama do entendimento em nosso interior.. alguns tem mais facilidade para encontrar o caminho da alma, outras menos, mas está lá..dentro de nós..Parte dessa nossa incapacidade se deve a de vivermos como indivíduos ( indivisíveis) somos seres dicotomizados, em metades, a nos desentendermos várias vezes por dia...Ms prefiro o fluxo natural de energia e sensações , bem como sentimentos ... .e se isso acontecer várias vezes durante um mesmo dia , que seja .....é assim que me inspiro..que dou vazão de mim mesmo..escrevo etc...A superficialidade para com as coisas ,me intriga...mas agora que eu já me conheço melhor e sei ir ao fundo das coisas...Na verdade, acho que muitas vezes, ocorrem momentos..que creio que são vazios muito interessantes...espaços não preenchidos com e ai descrevemos com símbolos, palavras... estes vazios existenciais é decorrente do tédio...exacerbado e o tédio é o melhor amigo para a mudança.. é preciso ter muito tédio, pra conseguir provocar uma transformação em nós mesmos..ir a fundo na alma..
Nem tudo está perdido...dizer que sinto tedio nos meus fin de semana tb..
Ai vem a segunda feira..e a vida sempre uma batalha... é um milhão de novos começos, movidos pelo desafio, sempre novos de viver e fazer todo sonho brilhar...ou realizado

Toques sutis

Eu comprendo sobre as coisas da vida. outro dia escrevoa sobre..oque me fez pensar...achuva que cai..
eh chuva aqui refresca a tarde...dá uma saudade.. de tanta coisa....viro saudosista...vendo -a cair..no jardim do predio....
Pois eh...olho um instante no jardim..belas flores..me lembram..vc gosta de olhar pra plantinhas.. flores...é eu..continuo a cultivar plantas..e flores
Saio... daqui..um pouco.. se continuar...corro não deixo que a chuva molhe o aniversariante...
Ou deixar a chuva lavar-me..em troca, contarei a ela os meus segredos/vem comigo...
Bem o ceu de hoje não vai refletir o meu olhar...eu sei que não vou rodopiar na chuva..como no filme..até podia...
Bem isso só um desejo...bem antes que vá embora...pego as flores para enfeitar meu apto...afinal hoje estou de aniversario..
Depois quem sabe..estarei num bar..tomando cerveja...claro não sozinho...os amigos existem e insistem em algo hoje....
... sabe eu não tenho pressa de nada..ainda mais hoje...
Tenho pensamentos...de como seria esta noite.. . que se pudesse revelá-los ..te deixariam de antemão excitada com certeza....alguns deles..caem bem depois da historia da flores..
Adoro... champanhe na cama...acompanhado toque sutis e beijos...vc sabe com eh excitante...
Ah...sei que na vida... nem tudo que eh excitante esta debaixo de um lençol de seda ou de uma camisola de cetim...então..vamos ver...oque acontece hoje...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Rozeira

Olha estamos em 1971, lá pelas região de Agua D00oce..onde há lindos campos...
Familias conhecidas lá Mello, Mendes, olha para um lugar onde não tenha nenhuma muita gente, e ai que estou, ao contrario de hoje onde há tanta gente como a praia, o metrô, a rua Xv, a praça de Videira, Joaçaba ou nos Centos da cidades. Nesta época por onde vc andava não havia tanta gente como hoje eram lugares hermos..uma e outra pesoa aqui ou ali..km e km sem nada só gado no pasto e aves..no ar..algumas perdizes ou perdigão que levantava no campo asssutados pela passagem dos bois. Ao contráriode hoje que vemos tantas pessoas por ai grande parte de rostos anônimos, eh certo é que grande parte dos rostos que se avistavam por ai eram mais familaires. Esse romantismo da época de certa inocência na amizades no convivo se evaporou completamente, mesmo por que hoje há uma outra outra relação...baseada na desconfiança das pessoas mesmos passando por este lugares onde já houve assaltos e por onde passa rodovias e por consequencia o mundo civlizado de hoje com todas saus mazelas.Na vida isso acontece..penso que com tanta gente pedeu-se a capacidade de valorização do ser humano que havia ou seja tudo pela abundancia perde o valor. As pessoas naquele tempo, pessoas não gastam seu tempo em televisão era um bom papo, o dia iniciava com o Camargo, café com leite quentinho afresco sem ferver, foi ali na fazenda Rosada que eu experimentei a primeira vez, eu e meu Pai e sei Nelito fomos caçar...Aves como Perdizes e Perdigão, tinhamos o cachorro perdigueiro chamado boby...meu pai atira com uma espigarda 36 eu ficava de olho, qdo as aves era abatidas eu ia de encontro do perdigueiro e recolhia as aves. Hoje falar disso eh meio chato abater aves assim as pessoas ficam assombradas de tudo, mas a era do consumo eh pior. Você sabe, esta incoerencia da anti natureza do convivo, um dia acaba e hoje posso dizer que cada dia acaboi spui conta a caça. É falso dizer que que não...mas não vai acontecer isso..Umas coisas já acabaram outra demoram uns 20 ou 50 anos para reduzir-se ou terminar, talvez até mais... Mas um dia acaba e se transforma em outra coisa: lembranças etc....Vamos curti a natureza com esta antes que se esgote. Na vida real toda esta demanda da vida moderna tem uma muita grande de energia As pessoa não tem tempo para falar do tempo que ninguém tem para esperar. A civilização pode ter percorrido em alguns seculos ou pode durar muitos anos;;;