quinta-feira, 6 de agosto de 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Amor

Amor, uma arte no Oriente No Yin e Yang são todas as forças que procuram energia sexual compartilhada felicidade física e espiritualmente. Dicas para ajudá-lo a levar uma vida boa parceira. A Arte da Alcova é o auge das emoções humanas, e inclui o Supremo Way (Tao) ... Ele que governa o seu prazer sexual vai se sentir em paz e viver muito tempo. " Este efeito, o exercício da sexualidade para crescer e desenvolver física e espiritualmente, foi perseguido pela cultura oriental desde a primeira dinastia da China (Han, 221 aC a 24 dC), que se reflecte nos textos dos manuais de sexo o tempo. Assim, não é estranho que uma menina recebeu um dom de Arte amatório manual ou o quarto, para preparar os seus deveres conjugais. Tratados muitas vezes fiquei em cima da cama, onde foram consultados enquanto faz amor ou para encorajar as mulheres tímidas. Hoje, no vigésimo primeiro século, a sexualidade do Ocidente, especialmente latino-americanos, está longe de alcançar esse nível de maturidade e que detém ainda os mitos e tabus entre homens e mulheres em igual proporção. De acordo com especialistas, a cultura torna o comportamento dos seres humanos. Assim, no Ocidente com as normas e as regras são ensinadas desde a infância afectam as pessoas e permanecer na vida adulta. Os sexologistas acreditam que a maioria das pessoas continuam a responder sob os pontos de referência que faz a religião que ensinam regras que vão contra a natureza da sexualidade, como não sendo capaz de masturbar-se e ter relações sexuais sem ser casado .. . e até mesmo a noção de que é contra a homossexualidade ", disse ele. Apesar da atitude em relação a sexo Oriental sexualidade masculina é, em alguns aspectos, destacando a sua capacidade de receber e dar prazer, não limitado por questões de moral ou normativo visto como algo pecaminoso e errado. No entanto, há quem veja em paises que tem sido lenta abertura de pensamento e de acção em matéria de sexualidade. "As mulheres são de formação para a mudança e deve continuar protestando contra os direitos que têm, como viver uma sexualidade saudável, gratificante, enriquecedor e agradável. Não só genital e função reprodutiva que é dado a ele anteriormente", diz um especialista em sexualidade. Mas a falta de compromisso, que hoje se manifesta nas relações dos casais jovens, com base no aqui e agora, em um momento de prazer, é um especialista, por falta de comparência emocionais afetam a saúde sexual do indivíduo. "No Oriente, é com prazer que o jovem, seja heterossexual ou homossexual, ele permite que o outro eu, mova a sua energia. Em nossa cultura, no entanto, parecia satisfeito como o gozo do próprio acto", . Avançar para uma vida sexual saudável é muito importante para atingir e se recomenda uma boa educação sexual, o que ajuda a evitar os preconceitos e atitudes negativas, ter uma estabilidade emocional, bem como conduzir um jovem bom relacionamento em todos os aspectos não só do sexual A força do Yin e Yang Com o seu branco e preto, o Yin e Yang representa o princípio masculino e feminino que todos os seres humanos possuem. Para os filósofos orientais Yin e Yang são forças que se combinam elementos de casais e indivíduos oposição ao complementar e tempo: de noite e de dia, úmido e seco, sol e lua, fogo e água. Todas as forças que compõem a energia sexual de um par de elevação deve ser em torno de um supremo e fim último: felicidade partilhada integralmente fisicamente e espiritualmente. O Yin é o feminino. A sua particularidade é a de excitar a lenta, mas também para não desistir. Yang representa masculinidade, e sua peculiaridade é facilmente excitável. É importante que cada parceiro será enriquecido pela essência de um outro homem a partir da essência do Yin e vice-versa para as mulheres. Por isso, o amor ea sexualidade não devem ser separados.

Blog e passado


Antes, atos misteriosos. Agora, palavras explícitas...assim é meu blog..
Alguém..olhou palavras explícitas...aqui..e disse...Olhou com certo cuidado para com o amigo. Vou oque eu escrevera...achou tudo muito facil... Mas esquecera de contar os dias, meses e anos que levei para chegar àquele ponto. Para ser exato, deveria contar 50 e tantos anos..o tempo..que escrevi.
Assim..vai meu blog...assuntos que me preocupavam mais fundamente.
As vezes é coisa que observo um um dia inteiro...uma semana inteira..ou uma vida inteira...Viver também era uma "cosa mentale"....esta tudo em marcas na nossa mente.
Viver na imaginação é um perigo, pois é perigoso modificar a realidade...assim...mas ecrever tb é um ato mental e ai vale a imaginação como a realidade..Cabe cinema registrá-la..ou escrever...Sempre desejei isto..tenho essa idéia..se contaminar pelo imaginário...é algo bom e salutar.. Por mais que registre o real palpável, visível, a imaginação se intromete e o transforma.
De certa forma, há sempre uma ambiguidade e, quando necessário, deve-se provocá-la.
As vezes esta escrito aqui..algo bem explicito..outras vezes algo misterioso..de um cara diante da escrita que lembra seu passado em Pinheiro Preto em Tangará, em Curitiba em Porto Alegre. O que é isso? Um cara, talvez demasiadamente, às voltas com seu passado..
Nada a inventar: é o registo do passado. Mas algo vem se imiscuir. As vezes um texto vem como uma viagem no tempo: uma decada...menos..ou mais
O meu mundo se deslocou nesse tempo.
Nada, e é impossível..viver é um ato mental..por mais que isso lhe importe é assim. Os textos viajam, encarnam em lugares a idéia que tinha sobre pessoas na vida...no momento.
Se o mundo só pudesse mostrar seu mistério sem permitir que o sentido das odeis claras repouse no texto..seria como "Jogo de Cena" em busca uma releitura nova...do passado...
Era Porto Alegre 1982, o ano e que eu circulava na avenida Ypiranga, com Bento Gonçalves e Ypiranga com avenida Azenha, no caminhao de casa para Hospital Ernesto Dorneles e dos hospital para casa...estava concluindo meu cuso de medicina.
Sentia todo tipo de apreensão, ansiedade, alarme, pavor, medo ou terror..com relação ao futuro...havia um quê na realidade..que em procupava por ser nescessasrio se forma e fazer espcialização não era suficiente se formar médico
Chega emcasa e ligava Iron Maiden sucesso na época com The number of the Beast
com Bruce Dickinson e Deep Purple ouvindo os sucesso até então na voz estridente de Ian Gillan "Smoke on the Water", e Savid Coverdale em
Burn, curtia muito e Led Zeppelin desde..Good Times Bad Times, Babe, I'm Gonna Leave You, Dazed And Confused, Immigrant Song, Since I´ve Been Loving You,
Black Dog, Rock and Roll, até Stairwaiy for Heavem
, a todo vapor para exorcisar o pavores e com todo barulho que a fase pedia até a musica levar uma certa tranquilidade e ralaxar , ai colocava James Taylor para manter a paz. e serenidade no ambiente e lá já eram 20 horas e os vizinhos já de saco cheio.
O hospital de onde saia era um cardapio cheio de ansiedade, havia a preocupação em se formar medico mas tb maior ainda em que fazer depois..


domingo, 2 de agosto de 2009

QUE PAÍS É ESTE

Euclydes da Cunha QUE definiu-se como "um tímido": "Nunca perdi este traço de filho da roça que me desequilibra intimamente ao tratar com quem quer que seja".
Euclydes foi um homem de Estado e toda sua reflexão foi dirigida ao poder: em momento nenhum falou para o povo.
Foi um crítico do Brasil.
Uma semana antes de morrer, disse ao cunhado: "Vou atravessando esta existência no pior dos piores países possíveis e imagináveis. (...) Nostalgia e revolta: tu não imaginas como andam propícios os tempos a todas as mediocridades. Estamos no período hilariante dos grandes homens-pulhas, dos Pachecos empavesados e dos Acácios triunfantes. Nunca se berrou tão convictamente tanta asneira sob o sol!". Anos antes, escreveu: "Este país é organicamente inviável".

Apologia de um Deus ausente

Escrito na folha por JOHN CORNWELL
Para pesquisadora inglesa, K.A, ideias atuais sobre um ser onipotente fazem-no parecer uma divindade da Antiguidade e contribuem para o discurso ateísta.
W.B. Yeats escreveu que todas as nossas ideias sobre Deus são "lixo e purpurina", como um vestido de casamento de mau gosto que esconde a verdade que há por baixo. Karen Armstrong, uma das melhores escritoras vivas sobre religião, concorda. Mas, em seu último livro, "The Case for God" [Em Defesa de Deus, ed. Bodley Head, 376 págs., 20, R$ 62], afirma que houve um tempo em que as pessoas entendiam melhor Deus. "O Deus moderno parece o Alto Deus da Antiguidade remota, uma teologia que foi unanimemente descartada ou radicalmente reinterpretada por ser considerada inapta", ela escreve. Em outras palavras, nossa ideia de Deus, sejamos ateus ou crentes, regrediu ao infantil. Os maiores ofensores são aqueles que tratam Deus como um super-homem intervencionista, que resolve os problemas. O catálogo de Armstrong de culpados ineptos inclui políticos que apelam a Deus para justificar suas políticas, terroristas que o invocam para cometer atrocidades e cientistas que encaixam Deus em uma teoria física, mesmo que só para desbancá-lo. A ciência, afirma a autora, teve uma influência profundamente equívoca em crentes e descrentes. Quando [o biólogo] Richard Dawkins ataca Deus, seu alvo é um absurdo superprojetista, necessariamente mais complexo que qualquer das complexidades da natureza. Além disso, há cientistas crentes que veem Deus como uma espécie de técnico de sintonia fina. Na verdade, as noções modernas de Deus, diz Armstrong, são principalmente enganos de teólogos que, a partir do século 17, tentaram explorar a ciência como um suporte da fé. Essa busca racional por Deus, diz ela, na verdade incentivou o ateísmo. A autora também indica que a teologia baseada na ciência é notoriamente inconfiável. Quando um teólogo conjura Deus para preencher uma lacuna em nosso conhecimento, uma nova teoria pode ejetá-lo. Deus insondávelE a ideia de Deus como uma "coisa" ou um "ser", ou um objeto no mundo que disputa a atenção com outros objetos, minou um sentido mais profundo e misterioso de Deus que se desenvolveu em todas as fés ao longo dos séculos. Armstrong tenta isolar o que ela considera a ideia perdida crucial de Deus como o insondável e indizível. Qualquer coisa aquém de admitir a natureza inefável de Deus, insiste, leva à idolatria -adorar um deus de nossa própria criação. Por definição, não há uma maneira fácil de escrever sobre o inarrável. Uma de suas tentativas, no centro do livro, envolve os ensinamentos do filósofo cristão Dionísio Areopagita [teólogo do século 6º, assumiu como pseudônimo um nome bíblico]. "Primeiro temos de afirmar que Deus é", ela escreve. "Deus é uma rocha, Deus é uno, Deus é bom, Deus existe. Mas quando escutamos cuidadosamente a nós mesmos, caímos em silêncio, abatidos pelo peso do absurdo que há nessa conversa de Deus." Na fase seguinte, negamos esses atributos. "Mas o "caminho da negação" é apenas tão impreciso quanto o "caminho da afirmação". Como não sabemos o que Deus é, não podemos saber o que Deus não é, e portanto devemos negar as negações...", ela diz. A fase final, se você continuar a bordo, é um estado que os místicos chamam de "noite escura da alma", ou a nuvem do desconhecimento. É duro escrever sobre Deus, afirma. Assim como ler sobre Ele. Amadurecimento Mas apenas pensar em Deus não adianta; Armstrong insiste em que sentir Deus depende de oração, ritual, escritura e silêncio; é um processo, mais que uma conclusão lógica. E nenhuma fé individual tem o monopólio da iluminação. Se as religiões conseguissem retornar à verdadeira iluminação, seríamos capazes, ela escreve, citando John Keats [1795-1821], de lidar com "incertezas, mistérios, dúvidas, sem qualquer busca irritante por fato e razão". Quais são as perspectivas do apelo de Armstrong por uma compreensão mais iluminada? Alguns carolas começam a se voltar para uma abordagem mais criativa, menos científica e dogmática da fé. Ela acredita que um entendimento mais maduro de Deus diminuiria o antagonismo entre ciência e religião, reduziria a violência inspirada na religião e provocaria mais compaixão. Infelizmente, a história mostra que a maioria das tentativas de combater elementos prejudiciais dentro da religião tende a provocar reações dos extremos. Armstrong está consciente disso; mas este livro, escrito com paixão, prodigiosamente pesquisado, é uma súplica poderosa para se tentar.

stress

Estresse conduz a ações automáticas, diz estudo
Efeito se deve a expansão de área neural ligada a comportamentos rotineirosNeurocientista português que liderou a pesquisa diz que proteção do cérebro pode explicar o fenômeno, que foi descoberto em ratos
A rotina leva ao estresse, mas os cientistas descobriram agora que o estresse também leva à incapacidade de sair da rotina. Eles estressaram ratos de laboratório e, posteriormente, avaliaram a sua capacidade de abandonar velhos hábitos. É possível estender as conclusões para humanos, dizem.É uma maneira de o cérebro se proteger. "Uma pessoa estressada vai colapsar se tiver que prestar atenção em mais coisas. Pode ser uma adaptação passar a fazer tudo automaticamente, sem pensar", diz Rui Costa, neurocientista dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA. O estudo saiu anteontem na revista "Science".A ideia é que, quando estamos fazendo algo novo -ainda que banal, como apertar o nosso andar no elevador pela primeira vez após a mudança-, temos que refletir sobre o ato. Qual andar? Em que lado fica o painel com os botões?Mas, com o hábito, passamos a fazer essas coisas sem pensar."Imagine dirigir do trabalho pra casa. Vamos automaticamente. Quantas vezes queríamos parar no supermercado mas, quando vemos, já estamos em casa?", diz Costa. A rotina poupa o esforço de pensar.É possível dizer que os pesquisadores "explicaram" as avenidas cronicamente congestionadas, como a Rebouças, em São Paulo. O trânsito estressa as pessoas, que, num ato automático, deixam de tentar caminhos novos. Continuam voltando para casa pela Rebouças, realimentando o estresse.Os pesquisadores passaram 21 dias estressando um grupo de ratos machos. Diariamente, cada um era colocado na gaiola de outro macho, com ele lá dentro. Antes disso, a fêmea desse rato dono do pedaço havia sido retirada de lá.Ou seja, o rato morador da gaiola estava furioso, era agressivo. O novato, em território estranho, ficava com medo e, em poucos minutos, estava tenso e submisso. Os animais também eram forçados a nadar, para misturar componentes psicológicos e físicos do estresse.Após isso, tanto esse grupo estressado quando um outro grupo de ratos, calmos e de bem com a vida, foram condicionados para apertar uma alavanca em troca de comida.Depois que aprendiam, a alavanca não fazia mais diferença. A comida vinha aleatoriamente. Mas os ratos estressados - e só eles - seguiam apertando a alavanca insistentemente.Ao mesmo tempo, os cientistas observaram o cérebro dos ratos através de fMRI (Imageamento por Ressonância Magnética Funcional, em inglês).Conclusão: o estresse expande uma área neural, em detrimento de outras, relacionada ao comportamento rotineiro e automático - o estriado dorsolateral. O objetivo agora é saber como isso acontece."Queremos agora saber quais são as bases moleculares desse efeito. Se tivermos sucesso, no futuro pode-se tentar até desenvolver um fármaco para bloquear isso".

RICARDO MIOTOCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA

sábado, 1 de agosto de 2009

O coletivo transporte

HORÁCIO AUGUSTO FIGUEIRA diz na folha que:
O SISTEMA de ônibus possui uma natureza que o qualifica como meio essencial aos deslocamentos urbanos. A essência da função de transporte exercida pelos ônibus dentro do sistema urbano pode ser comprovada facilmente, raciocinando por absurdo, numa situação de uma cidade hipotética onde só existisse um meio de transporte. Na situação extrema de uma grande cidade em que só circulassem automóveis, seria necessária a existência de uma malha cerrada de vias expressas, trevos e espaços para estacionamento que impediriam a própria existência da cidade. Como escreveu Arthur C. Clarke no livro "Perfil do Futuro", de 1962: "(...) os veículos -exceto os de utilidade pública- não podem por muito tempo ser permitidos em áreas urbanas. Se os carros particulares continuarem a trafegar no interior das cidades, teremos de colocar todos os edifícios sobre pilotis, a fim de que toda a área do terreno seja usada para avenidas e parques de estacionamento, e mesmo isso não resolverá o problema".No entanto, pode-se imaginar uma cidade em que só existam ônibus. Sendo um sistema de média capacidade e de trajetos flexíveis, é possível encontrar um arranjo para os desejos de viagens dos usuários em termos de origem-destino e de conforto em que o sistema urbano não será fundamentalmente diferente do que se conhece e se aceita como sendo uma cidade, sem contar as consideráveis facilidades de adaptação às transformações intraurbanas e à expansão de áreas periféricas. Para transportar 35 pessoas viajando sentadas numa faixa de tráfego, um ônibus convencional ocupa 15 metros. Por sua vez, para transportar as mesmas pessoas em carros, são necessários 25 automóveis (ocupação média de 1,4 pessoa/automóvel e 6 metros/automóvel) e cerca de 150 metros -ou seja, forma-se uma fila de uma quadra e meia. Os usuários do transporte individual impõem à sociedade os maiores dispêndios em energia, investimentos para obras de sistemas viários com eficiência duvidosa, custos dos congestionamentos, poluição do meio ambiente, acidentes de trânsito, doenças respiratórias etc. É preciso criar urgentemente o conceito de "engenharia de transporte de pessoas", incluindo o pedestre, e não só o de "engenharia de tráfego de veículos individuais". Para corroborar esses conceitos, consolidados no meio técnico, e ter números sobre a demanda real de veículos e pessoas, realizei para o setor de fretamento uma pesquisa técnica independente nas avenidas Paulista, Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Brigadeiro Faria Lima, no horário das 15h às 20h, em dias úteis, durante o mês de junho deste ano. Para o cálculo do volume de tráfego de veículos, é necessário conhecer a composição do tráfego e, para os veículos de dimensões maiores, usa-se um fator de equivalência em UCP (unidade de carro de passeio). Em termos de engenharia de tráfego, a pesquisa mostrou que o volume de veículos que está causando a maior ocupação das vias pesquisadas e com menor eficiência é o de automóveis/ utilitários, táxis e motos, com 87,6% de participação do total em UCP e transportando, em contrapartida, apenas 48,6% das pessoas. Por sua vez, o transporte coletivo como um todo (SPTrans, EMTU, escolar, fretado etc.) representa apenas 11,8% da ocupação total do viário em UCP e transporta 50,9% das pessoas. No caso específico dos ônibus fretados, eles representam apenas 2,6% do tráfego em UCP, mas transportam 17,5% das pessoas nas seções e horários pesquisados. É importante observar que, no caso dos automóveis e táxis, 70% deles circulam somente com o condutor. O congestionamento em São Paulo não é, com certeza, causado pelo transporte coletivo e muito menos devido ao fretamento. É causado, isto sim, pelo transporte individual, que ocupa cerca de dez vezes mais espaço no sistema viário. Se cada ônibus fretado eliminado gerar no mínimo três novas viagens de automóveis, o resultado em termos de tráfego em UCP será o aumento da fila de congestionamentos.